CAVALEIRO MONGE
*Agradecemos las correcciones ortográficas pertinentes de los amigos del Movimiento Legitimista Portugués
*Agradecemos las correcciones ortográficas pertinentes de los amigos del Movimiento Legitimista Portugués
Olhando o mar,
Desde o profundo monte,
Tem forte o peito,
O cavaleiro monge.
Sacro estandarte porta,
Com uma cruz vermelha,
Emblema limpo que vai
Numa branca bandeira.
Cristo é a sua ordem,
Cristo é o seu general,
Cristo ilumina sua monarquia,
Bendita coroa de Portugal.
Cavaleiro das quinas,
Sangue de Viriato,
Guarda das estrelas
Do céu lusitano.
Do Medievo filho,
Valente e nobre cavaleiro,
Clarão de forte garganta,
Luz de católico império.
Cavaleiro da liberdade,
Cavaleiro do Evangelho,
Oh, cavaleiro monge,
Espada firme do mosteiro!
Cavaleiro monge,
Eco da bela história,
Quanta vida nos caminhos,
Cruzado da glória.
Cavaleiro português,
Cavaleiro monge,
É possível que ainda
Não fiques tão longe...
Publicado por Fray Trabucaire en 2:36
NB.:
Quando a Revolução Universal nos vai empurrando para o seio de uma Europa, esquecida das suas raízes, apóstata da fé cristã em que nasceu, e idólatra do ouro, única Divindade que adora, chega-nos de Espanha este poema que mostra a razão de um Infante que foi providencial.
As correcções, de que o seu autor se confessa devedor, resumiram-se a cinco falhas nos acentos. Duas dessa falhas respeitavam ao til que, como sabemos, não existe na língua castelhana. E que, portanto, não aparece nos teclados dos computadores espanhóis.
Isto, porém, nunca empanaria o brilho formal do poema e, sobretudo, a formidável lição que ali se contém!
O título, neste blogue, é da minha responsabilidade. O original pode ser lido aqui.
Quando a Revolução Universal nos vai empurrando para o seio de uma Europa, esquecida das suas raízes, apóstata da fé cristã em que nasceu, e idólatra do ouro, única Divindade que adora, chega-nos de Espanha este poema que mostra a razão de um Infante que foi providencial.
As correcções, de que o seu autor se confessa devedor, resumiram-se a cinco falhas nos acentos. Duas dessa falhas respeitavam ao til que, como sabemos, não existe na língua castelhana. E que, portanto, não aparece nos teclados dos computadores espanhóis.
Isto, porém, nunca empanaria o brilho formal do poema e, sobretudo, a formidável lição que ali se contém!
O título, neste blogue, é da minha responsabilidade. O original pode ser lido aqui.
JMC

